terça-feira, 31 de maio de 2011

Pintura do início do século XX à primeira década do século XXI


Almada Negreiros, Fernando Pessoa

O CAM apresenta uma selecção de 74 obras
 início do século XX até à primeira década de século XXI.
O Retrato de Fernando Pessoa, por Almada Negreiros, dá o mote à exposição
conjugando elementos figurativos, que são depois retomados através do tema do retrato, e elementos abstractos, presentes nas obras expostas a partir da segunda metade do século.

VISITA DE ESTUDO - GUIÃO/TRABALHO A REALIZAR

 Alguns artistas da exposição:

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Para a apreciação de uma Obra de Arte

Paula Rego, A Dança (1983)




Formula um juízo estético sobre esta pintura de Paula Rego.
Elabora uma apreciação pessoal à pintura, atendendo:
- À cor.
- Organização dos elementos que a compõem.
- Aos símbolos utilizados.
- À relação do título com a imagem.

sábado, 7 de maio de 2011

O problema da definição de arte

Veemeer, A Leiteira  (1688)


Munch, O Grito (1893)


Kandinsky, Amarelo, Vermelho, Azul (1925)


Em que consiste o problema da definição da arte?
Quais as teorias,  onde cada uma destas obras se pode integrar, que respondem a este problema?

O problema da Justificação dos juízos estéticos



Picasso

Em que consiste o problema da justificação do juízo estético?
Segundo o objectivismo estético é correcto dizer que este quadro de Picasso é belo porque todas as pessoas assim o consideram?
Para o subjectivismo estético há critérios que permitem justificar a verdade do juízo estético?


Dali
“Com respeito ao agradável cada um resigna-se com o facto de que o seu juízo, que ele funda sobre um sentimento privado e mediante o qual diz de um objecto que este lhe apraz, limita-se também simplesmente à sua pessoa. Por isso de bom grado contenta-se com o facto de que, se ele diz «o vinho espumante das Canárias é agradável», um outro corrige-lhe a expressão e recorda-lhe que deve dizer «ele é-me agradável» (…) Portanto, acerca do agradável vale o princípio: cada um tem o seu próprio gosto (dos sentidos).
Com o belo passa-se de modo totalmente diverso. Seria (precisamente ao contrário) ridículo se alguém que se gabasse do seu gosto pensasse justificar-se com isto: este objecto (o edifício que vemos, o traje que aquele veste, o concerto que ouvimos, o poema que é apresentado a julgamento) é para mim belo. Pois ele não tem que denominá-lo belo se meramente lhe apraz. Muita coisa pode ser atractivo e agrado para si, com isso ninguém se preocupa; se, porém, toma algo por belo, então atribui aos outros o mesmo comprazimento: ele não julga simplesmente por si, mas por qualquer um e neste caso fala da beleza como se ela fosse uma propriedade das coisas.
Por isso diz, a coisa é bela, e nisto conta com a adesão dos outros ao juízo que exprime o seu comprazimento, não porque ele tenha constatado muitas vezes que o juízo deles concordava com o seu, mas porque exige deles uma adesão.
Ora, (…) no juízo de gosto nada é postulado a não ser uma voz universal com vista ao comprazimento sem mediação de conceitos; por conseguinte, a possibilidade de um juízo estético, que ao mesmo tempo possa ser considerado válido para qualquer um. O próprio juízo de gosto não postula o acordo unânime de qualquer um (pois isso só pode fazê-lo um juízo lógico-racional, porque ele pode alegar razões); somente imputa a qualquer um este acordo como um caso de regra, com vista ao qual espera confirmação, não de conceitos mas de adesão dos outros.”
                                                                                      Kant, Crítica da Faculdade de Julgar

Como justifica Kant a universalidade do juízo estético?


domingo, 1 de maio de 2011

A Música e o Cinema









AMADEUS

Realização: Milos Forman
Argumento e argumento original para teatro: Peter Shaffer
Música – orquestração e direcção: Sir Neville Marriner
      Uma dupla abordagem da obra de arte
1.   A Música – O filme fala-nos da vida e obra de um dos maiores compositores de sempre, Amadeus Mozart. A acção passa-se no século XVIII, na Áustria. Começa com a confissão de António Salieri, num hospício, dizendo ter morto Mozart, por quem tinha uma enorme admiração e inveja…

A MÚSICA DE MOZART NO FILME

“Symphony No. 25 in g minor, K 183, 1st movement”
Wolfgang Amadeus Mozart  dirigida por Neville Marriner

“Piano Concerto No. 20 in d minor, K 466, 2nd movement” - Wolfgang Amadeus Mozart dirigida por  Neville Marriner

“Lachrymosa” from the Requiem, K 626  - Wolfgang Amadeus Mozart,  dirigida por Neville Marriner


2.       O cinema – É este filme uma obra de arte?


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