sábado, 29 de junho de 2013

Podem as emoções funcionar cognitivamente na interpretação da obra de arte?


Degas, Waiting


Num lado colocamos a sensação, perceção, inferência, conjetura, toda a inspeção e investigação fria, facto e verdade; no outro prazer, dor, interesse, satisfação, desapontamento, toda a resposta afetiva tonta, gostar e detestar. De uma forma muitíssimo eficiente, isto impede-nos de ver que na nossa experiencia estética as emoções funcionam cognitivamente.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Belo, A Moda e a Felicidade




Esta é na verdade uma bela ocasião para estabelecer uma teoria racional e histórica do belo, em oposição à teoria do belo único e absoluto; para mostrar que o belo é sempre, inevitavelmente, de dupla composição, se bem que a impressão que produz seja una; porque a dificuldade de discernir os elementos variáveis do belo na unidade da impressão em nada infirma a necessidade da variedade na sua composição. 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Exame Nacional de Filosofia - 2013 (1ª Fase)


Exame Nacional de Filosofia - 2013 

1ª FASE

VERSÃO 1 - aqui

VERSÃO 2 - aqui

Critérios de correção - aqui


Um bom exame, equilibrado quanto à relevância dos conteúdos selecionados, às competências a testar e ao grau de dificuldade das questões. Acessível a qualquer aluno que se tenha preparado.  

sexta-feira, 14 de junho de 2013

"A cadeira amarela" de Van Gogh





No chão de tijoleira rústica,
rusticamente empalhada, e amarela sobre
a tijoleira recozida e gasta.
No assento da cadeira, um pouco de tabaco num papel
ou num lenço (tabaco ou não?) e um cachimbo,

Toda a arte é completamente inútil





O artista é o criador de coisas belas.
O objetivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista.
O crítico é aquele que sabe traduzir de outro modo para um novo material a sua impressão das coisas belas. 

domingo, 9 de junho de 2013

A Vida imita a Arte muito mais do que a Arte imita a Vida

Claude Monet

Um interessante excerto de um diálogo: O Declínio da Mentira, da obra Intenções: Quatro Ensaios sobre Arte de Oscar Wilde, com tradução de António M. Feijó



CYRIL (…) Mas a fim de evitar qualquer erro, quero que me digas, em poucas palavras, as doutrinas desta nova estética.

VIVIAN  Ei-las, então, em poucas palavras. A Arte não é expressão de nada a não ser de si mesma. Tem uma vida independente, tal como o Pensamento a tem, e desenvolve-se estritamente por caminhos próprios. Não é necessariamente realista numa época de realismo, nem espiritual numa época de fé. Longe de ser uma criação do seu tempo, está normalmente em oposição frontal a ele, e a única história que preserva para nós é a história da sua própria evolução. Por vezes, retrocede sobre si mesma (…). Noutras alturas, antecipa por completo a sua época, e produz num dado século oras que exigirão um outro século para serem percebidas, apreciadas e fruídas. (…)

sábado, 8 de junho de 2013

Será que há critérios ou princípios críticos universais?




A avaliação da arte

A questão da avaliação da arte diz respeito aos critérios usados pela crítica para classificar uma dada obra como boa ou má, magnífica ou vulgar, bonita ou feia, etc. Será que há critérios ou princípios críticos universais? Como se adivinha, aqueles que defendem que o valor da arte é instrumental, encontram aí o fundamento para um critério geral de avaliação. Por exemplo, quem defende o cognitivismo tem como critério geral de avaliação a maior ou menor capacidade de uma dada obra de arte para nos proporcionar conhecimento. Esta é uma perspetiva universalista.

O valor da arte




 O valor da Arte

Centrando-nos apenas no problema do valor da arte, é possível encontrar dois grupos de teorias: as instrumentalistas e as não instrumentalistas. As instrumentalistas defendem que a arte é valiosa por ser um meio para certos fins que consideramos importantes e valiosos. (…) As não instrumentalistas defendem que a arte tem valor autónomo, isto é, o seu valor intrínseco, dado ser independente de quaisquer fins.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

"50 Lições de Filosofia" e "Razões de Ser"





Coloquei os manuais “50 lições de Filosofia” e “Razões de Ser” em 1º e 2º lugar, respetivamente, na escolha do manual a adotar. Tive a oportunidade de os analisar comparativamente com outros (desta vez os manuais chegaram às escolas com tempo para uma análise cuidada) e de os utilizar/ experimentar em alguns temas com os alunos (em situação de lecionação e de revisão de temas/ problemas para preparação de exame), o que funcionou muito bem (sendo também esta a opinião dos alunos).

domingo, 2 de junho de 2013

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