quarta-feira, 18 de maio de 2016

A Minha Escola é um Museu



A Escola Secundária D. João II apresentou pela segunda vez o evento “A Minha Escola é um Museu”, desta vez “Uma Viagem pela Arte Moderna”, com a exposição de réplicas de obras de Picasso, Dali, Miró e Sorolla e de trabalhos de alunos.

terça-feira, 10 de maio de 2016

O Jornal de Filosofia vai à Exposição - A Minha Escola é um Museu


Mais uma vez, estão de parabéns os professores Joseph Rodrigues, Raquel Freitas e Sandra Dias, responsáveis pela organização do evento de excelente qualidade - A Minha Escola é um Museu (e todos os professores envolvidos).
Mais do que trazer o museu à escola, trata-se de fazer da escola um museu!

domingo, 1 de maio de 2016

A MINHA ESCOLA É UM MUSEU



“A minha escola é um museu – uma viagem pela arte moderna” abre portas a 11 de Maio e poderá ser visitada das 10 às 12:30 e das 14:20 às 18:30 (dias úteis), tendo o seu encerramento a 18 de Maio de 2016, data em que se assinala o Dia Internacional dos Museus.


A Escola Secundária D. João II, com a colaboração da Câmara Municipal de Setúbal, convida a comunidade educativa e local à visita a uma exposição de reproduções de arte moderna.
Em exposição estarão cerca de trinta reproduções de obras de grandes autores como Picasso, Dalí, Miró e Sorolla.

Orientações 5º teste (global)



Matriz/links

Orientações 5º teste (global)


Matriz/links


segunda-feira, 18 de abril de 2016

O desenvolvimento da ciência - Popper e Kuhn





A evolução da ciência segundo Kuhn



A INCOMENSURABILIDADE DOS PARADIGMAS - AQUI

O ENQUADRAMENTO MENTAL DO CIENTISTA - AQUI

A ciência normal, a atividade em que, inevitavelmente, a maioria dos cientistas consome quase todo o seu tempo, constitui-se na suposição de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do êxito da pesquisa deve-se ao facto da comunidade se encontrar disposta a defender essa suposição, mesmo que seja necessário pagar um preço elevado. A ciência normal, por exemplo, suprime frequentemente inovações fundamentais, devido a permanecerem demasiado subversivas relativamente às suas crenças habituais.

domingo, 17 de abril de 2016

A perspetiva de Popper sobre o desenvolvimento da ciência


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A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA SEGUNDO POPPER - AQUI
A PERSPETIVA DE POPPER SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA - AQUI


O cientista individual pode desejar estabelecer a sua teoria em vez de refutá-la. Mas, do ponto de vista do progresso da ciência, esse desejo pode induzi-lo seriamente em erro. Mais ainda, se não examinar a sua teoria preferida de modo crítico, outros o farão por ele. 

A justiça como titularidade legítima

Edward Hooper

Pensar que a tarefa de uma teoria distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a distribuição como dois assuntos separados e independentes.

domingo, 3 de abril de 2016

A teoria de Rawls como reação ao utilitarismo



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A teoria de Rawls constitui, em grande parte, uma reação ao utilitarismo clássico. De acordo com esta teoria, se uma ação maximiza a felicidade, não importa se a felicidade é distribuída de maneira igual ou desigual. Grandes desníveis entre ricos e pobres parecem em princípio justificados.

A justiça como equidade



Posição original e véu de ignorância - aqui

A Teoria da Justiça de John Rawls –  site Crítica - aqui   

O problema da justiça aqui 

A justiça como equidade aqui


Decorre destes princípios que as instituições não podem ser justificadas pelo argumento de que as dificuldades de alguns são compensadas por um maior bem total. Pode, em certos casos, ser oportuno que alguns tenham menos para que outros possam prosperar, mas tal não é justo.

O princípio do dano



É o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a outros.

Ética e Direito


George Segal

A desobediência civil - aqui
Contratualismo - aqui
As teorias contratualistas de Hobbes e Locke - aqui
O contrato social como fundamento da moralidade - aqui
O problema da justificação do Estado - aqui

Perspetivas sobre o método científico

Magritte

Esquema/síntese - Indutivismo, método hipotético-dedutivo e falsificacionismo -aqui

Objeções à perspetiva indutivista



 
 Magritte

O tipo de enunciado observacional efetivamente feito em ciência, como por exemplo, “a estrutura molecular da substância foi afetada pelo calor”, pressupõe teorias bastante elaboradas.

A conceção indutivista do método científico

The Return - Rene Magritte 
  Magritte


 Segundo a perspetiva indutivista do método científico, a ciência começa com a observação e  as inferências indutivas  permitem progredir dos enunciados singulares aos enunciados gerais,  leis e teorias científicas. 

segunda-feira, 7 de março de 2016

Conhecimento vulgar e conhecimento científico



Ciência e senso comum - continuidade e rutura - aqui

Uma característica notável de muita da informação que adquirimos através da experiência comum é que, embora ela possa ser suficientemente precisa dentro de certos limites, raramente é acompanhada por qualquer explicação que nos diga por que se deram certos factos alegados.

Ricardo Toscano - saxofone




«Ricardo Toscano não é uma esperança do jazz que se faz em Portugal. Ricardo Toscano é a certeza de que o jazz que se faz em Portugal é muito mais do que uma esperança. 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A realidade do mundo físico segundo Hume



Monet

A realidade do mundo físico segundo Descartes - aqui

A realidade do mundo físico segundo Hume -  aqui
Mediante que argumento se poderia provar que as perceções da mente têm de ser causadas por objetos exteriores completamente diferentes delas, embora se lhes assemelhem (se isso for possível), e que não poderiam derivar, seja da força da própria mente, seja da sugestão de algum espírito invisível e desconhecido, seja de alguma causa ainda mais desconhecida? Reconhece-se que, de facto, muitas dessas perceções não surgem de algo exterior, como nos sonhos, na loucura e noutras doenças. […]

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A ideia de conexão necessária


Magritte

Quando olhamos para os objetos exteriores à nossa volta e consideramos a operação das causas, nunca somos capazes de identificar, num caso singular, qualquer poder ou conexão necessária, qualquer qualidade que ligue o efeito à causa e torne o primeiro uma consequência infalível da segunda.

Questões de facto e relação de causalidade




Todos os raciocínios relativos aos factos parecem fundar-se na relação de causa e efeito. Só mediante esta relação podemos ir além do testemunho da nossa memória e dos nossos sentidos. Se perguntássemos a um homem porque acredita ele em alguma questão de facto  que está ausente, por exemplo, que o seu amigo está no campo ou na França, fornecer-nos-ia uma razão e esta razão seria algum outro facto, como uma carta dele recebida ou o conhecimento das suas antigas resoluções e promessas.

Utilitarismo - o princípio da maior felicidade


Matisse

Críticas ao utilitarismo - aqui
O princípio da maior felicidade - aqui
 Princípios secundários - aqui
O utilitarismo é um tipo de consequencialismo - aqui
O utilitarismo - uma ética consequencialista - aqui 

O credo que aceita a utilidade, ou o Princípio Moral da maior Felicidade, como fundamento da moralidade, defende que as ações estão certas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a reproduzir o inverso da felicidade. Por felicidade entende-se o prazer e a ausência de dor; por infelicidade, a dor e a privação de prazer.

O hedonismo qualitativo de Mill


Matisse

Se me perguntarem o que entendo pela natureza qualitativa dos prazeres, ou por aquilo que torna um prazer mais valioso que outro, simplesmente enquanto prazer e não por ser maior em quantidade, só há uma resposta possível. De dois prazeres, se houver um ao qual todos ou quase todos aqueles que tiveram a experiência de ambos darem uma preferência decidida, independentemente de sentirem qualquer obrigação moral para o preferis, então será esse o prazer mais desejável.(…)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Relações de ideias e questões de facto


Klee

RELAÇÕES DE IDEIAS E QUESTÕES DE FACTO - ESQUEMA/ SÍNTESE -AQUI

Todos os objectos da razão ou investigação humanas podem naturalmente dividir-se em duas classes, a saber, Relações de Ideias e Questões de Facto.

Impressões e Ideias



Matisse

ESQUEMA/ SÍNTESE - CONTEÚDOS DA MENTE - AQUI

Podemos aqui, portanto, dividir todas as perceções da mente em duas classes ou espécies, que se distinguem pelos seus diferentes graus de força e vivacidade. As que são menos fortes e vividas são geralmente chamadas pensamentos ou ideias.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Deus existe



O papel de Deus no sistema cartesiano - aqui

Depois, tendo refletido que duvidava, e, por consequência, o meu ser não era inteiramente perfeito, pois claramente via que o conhecer é uma maior perfeição que o duvidar, lembrei-me de procurar donde me teria vindo o pensamento de alguma cousa de mais perfeito do que eu era; e conheci com evidência que deveria ter vindo de alguma natureza que fosse efetivamente mais perfeita.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Duas vidas valem mais que uma?


Magritte

O leitor é um cirurgião - e um pouco filósofo. É o chefe de uma equipa de primeira linha de especialistas em transplante de órgãos, com um registo imaculado de resultados de sucesso.

Dilema do Trolley



O critério da clareza e distinção



Depois disso, considerei duma maneira geral o que é indispensável a uma proposição para ser verdadeira e certa; porque, como acabava de encontrar uma com esses requisitos, pensei que devia saber também em que consiste essa certeza.

Da dúvida ao cogito



(…) Mas agora que resolvi dedicar-me apenas à descoberta da verdade, pensei que era necessário proceder exactamente ao contrário, e rejeitar como falso tudo aquilo que pudesse suscitar a menor dúvida, para ver se depois disso algo restaria nas minhas opiniões que fosse absolutamente indubitável.
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