segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Platão e a retórica



Primeiro, tens de conhecer a verdade sobre tudo o que falas ou escreves; tens de aprender a definir cada coisa em si própria; e, uma vez definida, tens de saber como dividi-la em categorias até chegares a algo indivisível.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O problema do livre arbítrio-teorias


Edward Hopper

O PROBLEMA DO LIVRE ARBÍTRIO - AQUI

O dilema do determinismo

O argumento determinista


Supõe que estás na bicha de uma cantina e que, quando chegas às sobremesas, hesitas entre um pêssego e uma grande fatia de bolo de chocolate com uma cremosa cobertura de natas.

O dilema do prisioneiro


Van Gogh
No início da década de 1980, Robert Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o mundo da política internacional.

Falácias informais

Resultado de imagem para escher


Tipos de argumentação persuasiva







Exposições temporárias na biblioteca da Escola Secundária D. João II




sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A dimensão discursiva do trabalho filosófico





A dimensão discursiva do trabalho filosófico (texto/ síntese/ fichas de trabalho) - aqui

Como a avaliar argumentos - aqui

Usar argumentos como meio de investigação - aqui

Uma procura épica da verdade - aqui

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Razões para estudar filosofia

Magritte

Porquê estudar filosofia
Qual é afinal a importância de estudar filosofia? Começar a questionar as bases fundamentais da nossa vida pode até ser perigoso: podemos acabar por nos sentir incapazes de fazer o que quer que seja, paralisados por fazer demasiadas perguntas.

domingo, 11 de setembro de 2016

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Bem-vindos à Filosofia (2016-2017)



Bom ano letivo para todos!

Bem-vindo à Filosofia. Para alguns de vocês, será a disciplina mais prática que irão estudar na escola.
Porquê dizer tal coisa? Não tem a filosofia a reputação de não ser prática? Não é abstrata e teórica – precisamente o oposto de prático?

quarta-feira, 18 de maio de 2016

A Minha Escola é um Museu



A Escola Secundária D. João II apresentou pela segunda vez o evento “A Minha Escola é um Museu”, desta vez “Uma Viagem pela Arte Moderna”, com a exposição de réplicas de obras de Picasso, Dali, Miró e Sorolla e de trabalhos de alunos.

terça-feira, 10 de maio de 2016

O Jornal de Filosofia vai à Exposição - A Minha Escola é um Museu


Mais uma vez, estão de parabéns os professores Joseph Rodrigues, Raquel Freitas e Sandra Dias, responsáveis pela organização do evento de excelente qualidade - A Minha Escola é um Museu (e todos os professores envolvidos).
Mais do que trazer o museu à escola, trata-se de fazer da escola um museu!

domingo, 1 de maio de 2016

A MINHA ESCOLA É UM MUSEU



“A minha escola é um museu – uma viagem pela arte moderna” abre portas a 11 de Maio e poderá ser visitada das 10 às 12:30 e das 14:20 às 18:30 (dias úteis), tendo o seu encerramento a 18 de Maio de 2016, data em que se assinala o Dia Internacional dos Museus.


A Escola Secundária D. João II, com a colaboração da Câmara Municipal de Setúbal, convida a comunidade educativa e local à visita a uma exposição de reproduções de arte moderna.
Em exposição estarão cerca de trinta reproduções de obras de grandes autores como Picasso, Dalí, Miró e Sorolla.

Orientações 5º teste (global)



Matriz/links

Orientações 5º teste (global)


Matriz/links


segunda-feira, 18 de abril de 2016

O desenvolvimento da ciência - Popper e Kuhn





A evolução da ciência segundo Kuhn



A INCOMENSURABILIDADE DOS PARADIGMAS - AQUI

O ENQUADRAMENTO MENTAL DO CIENTISTA - AQUI

A ciência normal, a atividade em que, inevitavelmente, a maioria dos cientistas consome quase todo o seu tempo, constitui-se na suposição de que a comunidade científica sabe como é o mundo. Grande parte do êxito da pesquisa deve-se ao facto da comunidade se encontrar disposta a defender essa suposição, mesmo que seja necessário pagar um preço elevado. A ciência normal, por exemplo, suprime frequentemente inovações fundamentais, devido a permanecerem demasiado subversivas relativamente às suas crenças habituais.

domingo, 17 de abril de 2016

A perspetiva de Popper sobre o desenvolvimento da ciência


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A EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA SEGUNDO POPPER - AQUI
A PERSPETIVA DE POPPER SOBRE O DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA - AQUI


O cientista individual pode desejar estabelecer a sua teoria em vez de refutá-la. Mas, do ponto de vista do progresso da ciência, esse desejo pode induzi-lo seriamente em erro. Mais ainda, se não examinar a sua teoria preferida de modo crítico, outros o farão por ele. 

A justiça como titularidade legítima

Edward Hooper

Pensar que a tarefa de uma teoria distributiva da justiça é preencher o espaço em branco em «a cada um de acordo com o seu ___» é estar predisposto a procurar um padrão; e o tratamento separado de «de cada um de acordo com o seu___» encara a produção e a distribuição como dois assuntos separados e independentes.

domingo, 3 de abril de 2016

A teoria de Rawls como reação ao utilitarismo



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A teoria de Rawls constitui, em grande parte, uma reação ao utilitarismo clássico. De acordo com esta teoria, se uma ação maximiza a felicidade, não importa se a felicidade é distribuída de maneira igual ou desigual. Grandes desníveis entre ricos e pobres parecem em princípio justificados.

A justiça como equidade



Posição original e véu de ignorância - aqui

A Teoria da Justiça de John Rawls –  site Crítica - aqui   

O problema da justiça aqui 

A justiça como equidade aqui


Decorre destes princípios que as instituições não podem ser justificadas pelo argumento de que as dificuldades de alguns são compensadas por um maior bem total. Pode, em certos casos, ser oportuno que alguns tenham menos para que outros possam prosperar, mas tal não é justo.

O princípio do dano



É o princípio de que o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou coletivamente, em interferir na liberdade de ação de outro, é a autoproteção. É o princípio de que o único fim em função do qual o poder pode ser corretamente exercido sobre qualquer membro de uma comunidade civilizada, contra a sua vontade, é o de prevenir dano a outros.

Ética e Direito


George Segal

A desobediência civil - aqui
Contratualismo - aqui
As teorias contratualistas de Hobbes e Locke - aqui
O contrato social como fundamento da moralidade - aqui
O problema da justificação do Estado - aqui

Perspetivas sobre o método científico





Magritte

Esquema/síntese - Indutivismo, método hipotético-dedutivo e falsificacionismo -aqui

Objeções à perspetiva indutivista



 
 Magritte

O tipo de enunciado observacional efetivamente feito em ciência, como por exemplo, “a estrutura molecular da substância foi afetada pelo calor”, pressupõe teorias bastante elaboradas.

A conceção indutivista do método científico

The Return - Rene Magritte 
  Magritte


 Segundo a perspetiva indutivista do método científico, a ciência começa com a observação e  as inferências indutivas  permitem progredir dos enunciados singulares aos enunciados gerais,  leis e teorias científicas. 
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