domingo, 6 de dezembro de 2015

12 Homens em Fúria




Realização: Sidney Lumet
Argumento: Reginald Rose
Produção: Henry Fonda e Reginald Rose
Ano: 1957
Duração: 92 minutos

Um júri composto por doze jurados reúne-se para decidir a sentença no julgamento de um jovem de 18 anos acusado de matar o pai. As orientações do juiz são as de que devem chegar a uma decisão unânime e de que o réu deve ser considerado inocente no caso de existir uma dúvida legítima quanto à sua culpa. O veredicto de «culpado» conduzirá obrigatoriamente a uma pena de morte.

sábado, 5 de dezembro de 2015

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Museu de Arte Antiga - Colección Masaveu



Clica na imagem

Museu Nacional de Arte Antiga

Grandes Mestres da Pintura Espanhola
Greco, Zurbarán, Goya

20 Novembro de 2015 a 03 Abril de 2016

domingo, 15 de novembro de 2015

Retórica e persuasão







SÓCRATES: Afirmas que és capaz de ensinar a retórica a quem a quiser aprender contigo?
GÓRGIAS: Afirmo.
SÓCRATES: De tal modo que essa pessoa fique em condições de ganhar o assentimento de uma assembleia sobre qualquer assunto, sem a instruir recorrendo apenas à persuasão?

O bom uso da retórica





Primeiro, tens de conhecer a verdade sobre tudo o que falas ou escreves; tens de aprender a definir cada coisa em si própria; e, uma vez definida, tens de saber como dividi-la em categorias até chegares a algo indivisível.

sábado, 14 de novembro de 2015

O problema do livre arbítrio - teorias


Edward Hopper

O PROBLEMA DO LIVRE ARBÍTRIO - AQUI


Supõe que estás na bicha de uma cantina e que, quando chegas às sobremesas, hesitas entre um pêssego e uma grande fatia de bolo de chocolate com uma cremosa cobertura de natas. O bolo tem bom aspecto, mas sabes que engorda. Ainda assim, tiras o bolo e come-lo com prazer. No dia seguinte vês-te ao espelho, ou pesas-te, e pensas: «Quem me dera não ter comido o bolo de chocolate. Podia ter comido antes o pêssego.»
«Podia ter comido antes o pêssego.» Que quer isto dizer? E será verdade?

Oscar Peterson Trio with Joe Pass - Sweet Georgia Brown (Italien, 1985, HD)


Sugestão musical para este fim de semana

Guia das falácias




O objectivo de um argumento é expor as razões (premissas) que sustentam uma conclusão. Um argumento é falacioso quando parece que as razões apresentadas sustentam a conclusão, mas na realidade não sustentam.

Argumentação persuasiva




Argumentação e retórica - aqui

Lógica informal - Síntese - Exercícios - aqui

sábado, 7 de novembro de 2015

João Barradas - Segment / Diverse (Charlie Parker)



Sugestão musical para este fim de semana

João Barradas, um muito jovem talento, campeão nacional e vice campeão mundial no acordeão.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O dilema do prisioneiro


Van Gogh
No início da década de 1980, Robert Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o mundo da política internacional.

Argumentos por analogia


Magritte

Argumentos de autoridade - aqui

Os argumentos por analogia, em vez de multiplicarem exemplos para apoiarem uma generalização, argumentam a partir de um caso ou exemplo específico para provarem que outro caso, semelhante ao primeiro em muitos aspetos, é também semelhante num outro aspecto determinado.

Egoísmo psicológico



Magritte

O egoísmo psicológico é uma teoria da motivação que afirma que todos os nossos desejos últimos se referem a nós mesmos. Sempre que queremos bem aos outros (ou mal), temos esses desejos que se referem aos outros apenas instrumentalmente; preocupamo-nos com os outros apenas porque pensamos que o seu bem-estar influenciará o nosso próprio bem-estar. 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Generalizações e previsões


 Van Gogh


 "Todos os corvos que até hoje se observaram são negros
   Todos os corvos são negros"

A generalização é um tipo muito comum de inferência indutiva, que estabelece uma conclusão geral como, por exemplo, "os portugueses são machistas" a partir de casos menos gerais.

Ação, intenção e deliberação


Balthus

Um erro comum que existe na teoria da ação é supor que todas as ações intencionais são o resultado de alguma espécie de deliberação, que são o produto de uma cadeia de raciocínio prático. Mas, obviamente, muitas coisas que fazemos não são assim. Simplesmente fazemos alguma coisa sem qualquer reflexão prévia.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O âmbito e os meios da Retórica






Entendamos por retórica a capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso com o fim de persuadir. Esta não é seguramente a função de nenhuma outra arte; pois cada uma das outras apenas é instrutiva e persuasiva nas áreas da sua competência; (…) Mas a retórica parece ter, por assim dizer, a faculdade de descobrir os meios de persuasão sobre qualquer questão dada. (…)

Argumentação e demonstração





O âmbito e os meios da retórica - aqui

Validade dedutiva e validade indutiva - aqui

"É tão errado pedir demonstrações a um orador como aceitar argumentos meramente persuasivos a um matemático"
                                     Aristóteles

sábado, 24 de outubro de 2015

Ricardo Toscano "Quarteto"




Sugestão musical para este fim de semana

O jovem saxofonista Ricardo Toscano no Hot Clube de Portugal

Vale a pena conheceres!

Neste vídeo, Ricardo Toscano fala sobre o seu gosto pela música e toca com a energia e descontração dos grandes jazzmen dos anos 40,50 e 60.

domingo, 18 de outubro de 2015

Como avaliar argumentos




Os lógicos (…) distinguem a validade da solidez. Diz-se que um argumento é válido se a conclusão se segue das premissas. No entanto, para que seja sólido, um argumento tem de ser válido e as premissas têm de ser verdadeiras.

sábado, 17 de outubro de 2015

Como aprendemos filosofia?


Magritte

Aprender filosofia ou aprender a filosofar? - aqui

Como aprendemos filosofia? Uma pergunta melhor é a seguinte: como poderemos adquirir destreza de pensamento? O pensamento em questão implica ter atenção a estruturas básicas do pensamento. Isto pode ser  bem ou mal feito, de forma inteligente ou inepta. Mas ser capaz de o fazer bem não é, em primeiro lugar, adquirir um corpo de conhecimentos. É mais como saber tocar piano.

Validade dedutiva e validade indutiva


Edward Hooper

Validade e verdade - aqui

Para começar, é comum distinguir dois tipos diferentes de validade. Para compreender isto, considere-se as seguintes três inferências:
  1. Se o ladrão tivesse entrado pela janela da cozinha, haveria pegadas lá fora; mas não há pegadas lá fora; logo, o ladrão não entrou pela janela da cozinha.
  2. O João tem os dedos manchados de nicotina; logo, o João é um fumador.
  3. O João compra dois pacotes de cigarros por dia; logo, alguém deixou pegadas na parte de fora da janela da cozinha.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Os objetivos da argumentação



Os argumentos são essenciais - aqui

As regras para argumentar não são, pois, arbitrárias: elas têm um objetivo específico. Mas os estudantes (tal como outros escritores) nem sempre compreendem qual é o objectivo quando pela primeira vez lhes pedem para escrever um ensaio argumentativo — e se não se compreende o objetivo do que nos é pedido, é improvável que o façamos bem.

domingo, 11 de outubro de 2015

A dimensão discursiva do trabalho filosófico



Síntese/ Fichas

Avaliar argumentos - aqui

Conselhos para avaliar argumentos - aqui

Usar argumentos como meio de investigação - aqui

Uma procura épica da verdade - aqui

Os argumentos são essenciais, em primeiro lugar, porque são uma forma de tentar descobrir quais os melhores pontos de vista. Nem todos os pontos de vista são iguais. Algumas conclusões podem ser apoiadas com boas razões; outras, com razões menos boas. Mas muitas vezes não sabemos quais são as melhores conclusões. Precisamos de apresentar argumentos para apoiar diferentes conclusões, e depois avaliar tais argumentos para ver se são realmente bons.

domingo, 4 de outubro de 2015

O Sono da Razão Produz Monstros





Uma das séries de sátiras gravadas pelo pintor espanhol Goya tem por título “O Sono da Razão Produz Monstros”. Goya pensava que muitas das loucuras da humanidade resultavam do “sono da razão”. Há sempre pessoas prontas a dizer-nos o que queremos, a explicar-nos como nos vão dar essas coisas e a mostrar-nos no que devemos acreditar. As convicções são contagiosas, e é possível convencer as pessoas de praticamente tudo. Geralmente, estamos dispostos a pensar que os nossos hábitos, as nossas convicções, a nossa religião e os nossos políticos são melhores do que os deles, ou que os nossos direitos dados por Deus anulam os direitos deles, ou que os nossos interesses exigem ataques defensivos ou dissuasivos contra eles.

O caráter inevitável da filosofia


Klee

O que Aristóteles tinha em mente é que para argumentar que não temos de filosofar, temos de usar um argumento qualquer. Mas que tipo de argumento será? Quando pensamos nisso, vemos que não há argumentos biológicos, físicos, matemáticos ou históricos contra a filosofia. Qualquer argumento contra a filosofia teria de ser filosófico. Portanto, para rejeitar a filosofia temos de filosofar. O que demonstra que a filosofia é inevitável. Argumentar contra a filosofia é como gritar "Não estou a gritar!"

Por Amor à Sabedoria


Sinopse - aqui

Será mesmo verdade que se Deus não existir tudo será moralmente permitido?

Que ideias filosóficas e que forças psicológicas nos impedem de agir moralmente e de viver eticamente?

Será moralmente permissível mentir ou estaremos sempre moralmente obrigados a dizer a verdade? 

Poderá o Universo ter-se criado a si mesmo? 

 Será o conceito de Deus autocontraditório e/ou autorefutante? 


E tantas outras questões Filosóficas!

sábado, 3 de outubro de 2015

O silogismo categórico







Um silogismo (ou melhor, um silogismo categórico) é a inferência de uma proposição a partir de duas premissas. Por exemplo: todos os cavalos têm cauda; todas as coisas que têm cauda são quadrúpedes; logo, todos os cavalos são quadrúpedes.

Quadrado de oposição




Quadrado de oposição - quatro tipos de ralação lógica

Assim, entre as formas lógicas A e I, por um lado, e E e O, por outro, há uma relação de subalternidade: A implica I, e E implica O. Esta relação é falsa, a menos que se excluam classes vazias; mas sem ela a lógica aristotélica cai por terra. De modo que é necessário excluir todas as proposições que falsificam a relação de subalternidade.

A lógica de Aristóteles



Kandinsky


Forma lógica

Lógica

Uma forma de definir a lógica é dizer que é uma disciplina que distingue entre as boas e as más inferências. Aristóteles estuda todas as formas possíveis de inferência silogística e estabelece um conjunto de princípios que permitem distinguir os bons silogismos dos maus.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Razões para estudar filosofia



Porquê estudar filosofia
Qual é afinal a importância de estudar filosofia? Começar a questionar as bases fundamentais da nossa vida pode até ser perigoso: podemos acabar por nos sentir incapazes de fazer o que quer que seja, paralisados por fazer demasiadas perguntas.

A atividade filosófica


Magritte

A filosofia é uma atividade: é uma forma de pensar acerca de certas questões. A sua característica mais marcante é o uso de argumentos lógicos. A atividade dos filósofos é, tipicamente, argumentativa: ou inventam argumentos, ou criticam os argumentos de outras pessoas ou fazem as duas coisas. Os filósofos também analisam e clarificam conceitos. (...)

A profundidade das questões filosóficas




A filosofia é diferente da ciência e da matemática. Ao contrário da ciência, não assenta em experimentações nem na observação, mas apenas no pensamento. E ao contrário da matemática não tem métodos formais de prova. A filosofia faz-se colocando questões, argumentando, ensaiando ideias e pensando em argumentos possíveis contra elas, e procurando saber como funcionam realmente os nossos conceitos.

Validade dedutiva - a validade preserva a verdade


Magritte




Dizer que um argumento é válido é equivalente a dizer que é logicamente impossível que as premissas do argumento sejam verdadeiras e a conclusão falsa. Uma forma menos precisa mas intuitivamente clara de pôr o assunto é dizer que, num argumento válido, se as premissas são verdadeiras, então a conclusão tem de ser verdadeira.

Validade e verdade



As partes relevantes de um argumento são, em primeiro lugar as suas premissas. As premissas são o ponto de partida, ou o que se aceita ou presume, no que respeita ao argumento. Um argumento pode ter uma ou várias premissas. A partir das premissas, os argumentos derivam uma conclusão.

domingo, 27 de setembro de 2015

A importância da lógica



Hooper

A argumentação é um instrumento sem o qual não podemos compreender melhor o mundo nem intervir nele de modo a alcançar os nossos objetivos; não podemos sequer determinar com rigor quais serão os melhores objetivos a ter em mente. Os seres humanos estão sós perante o universo; têm de resolver os seus problemas, enfrentar dificuldades, traçar planos de ação, fazer escolhas. Para fazer todas estas coisas precisamos de argumentos. Será que a Terra está imóvel no centro do universo? Que argumentos há a favor dessa ideia?

sábado, 26 de setembro de 2015

O que é a filosofia?




A filosofia é o que acontece quando se começa a pensar pela própria cabeça.

Pode-se acrescentar um pouco mais. Assim que nos libertamos dos hábitos das crenças recebidas, as que por acaso se adquiriu mesmo acerca de questões básicas, e começamos realmente a pensar acerca daquilo em que devemos acreditar, à luz da razão (argumentos) e indícios, começámos a fazer filosofia.

Bem vindos à filosofia


Magritte

Bem vindo à Filosofia. Para alguns de vocês, será a disciplina mais prática que irão estudar na escola.
Porquê dizer tal coisa? Não tem a filosofia a reputação de não ser prática? Não é abstrata e teórica – precisamente o oposto de prático?

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O que se segue do quê?


Magritte



A maioria das pessoas gosta de pensar que é lógica. Dizer a alguém "Não estás a ser lógico" é uma normalmente uma forma de crítica. Ser ilógico é ser confuso, desordenado, irracional. Mas o que é a lógica? (…) Todos nós raciocinamos. Tentamos descobrir como as coisas são raciocinando com base naquilo que já sabemos. Tentamos persuadir os outros de que algo é de determinada maneira dando-lhes razões. A lógica é o estudo do que conta como uma boa razão para o quê, e porquê. Temos no entanto de compreender esta afirmação de um certo modo. Aqui estão dois trechos de raciocínio — os lógicos chamam-lhes inferências:

1.  Roma é a capital da Itália, e este avião aterra em Roma; logo, o avião aterra na Itália.
2.   Moscovo é a capital dos EUA; logo, não podemos ir a Moscovo sem ir aos EUA.

Atividades diagnósticas






ATIVIDADES DIAGNÓSTICAS 1

ATIVIDADES DIAGÓSTICAS 2


Supõe que trabalhas numa biblioteca, verificando os livros que as pessoas requisitam, e um amigo te pede para o deixares roubar uma obra de referência difícil de encontrar que quer possuir.

Novo ano letivo - 2015/ 2016




BOAS VINDAS!

Para todos os alunos que iniciam este ano a disciplina de filosofia 
(em especial para a turma 10ºA)

BOM REGRESSO!

Para todos os alunos que continuam o seu percurso na disciplina de filosofia 
(em especial para as turmas 11º A e 11ºB)

BOM TRABALHO!

Para todos os alunos e professores 

terça-feira, 26 de maio de 2015

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